Conheça as perguntas mais frequentes sobre o anticoncepcional

Existem contraindicações?

Conhecer bem o próprio histórico familiar é muito importante antes de escolher um método anticoncepcional, já que pacientes com tendência a doenças como trombose, embolia pulmonar, doenças cardíacas, hipertensão, diabetes, distúrbios alimentares e tabagistas devem evitar o uso da pílula. Isso porque as doses hormonais aumentam o risco de desenvolver coágulos sanguíneos. more “Conheça as perguntas mais frequentes sobre o anticoncepcional”

Saiba como funciona a pílula do dia seguinte

A noite não saiu bem como o planejado e aí não teve jeito – foi preciso recorrer à famosa pílula do dia seguinte. Mas olha que dado interessante: segundo a Organização Mundial da Saúde, ainda que todas as mulheres do planeta usassem corretamente os métodos contraceptivos, aconteceriam cerca de 6 milhões de gestações inesperadas. Essa estimativa mostra o quanto é importante conhecer bem o próprio corpo e estar preparado para imprevistos.

 

Como funciona a pílula?

A pílula do dia seguinte, ou PSD, age de várias formas, mas sempre com o objetivo de evitar a fecundação. O medicamento é capaz de inibir ou atrasar a ovulação, dificultando a penetração do espermatozoide no muco cervical. Caso a mulher não tenha ovulado, a pílula vai impedir ou retardar a liberação do óvulo. Mas se o ovo já estiver implantado, ou seja, a gravidez foi iniciada, a pílula não tem efeito algum. Portanto, quanto mais cedo, melhor – se usada no primeiro dia, os laboratórios garantem uma eficácia de 95%. Já no segundo dia, essa porcentagem cai para 85%.

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Farmacêutico, obrigado pelo melhor remédio: a informação!

Farmacêutico parabéns pelo seu dia!

Dia 20 de janeiro é o dia do profissional farmacêutico. A data foi escolhida em função da fundação da Associação Brasileira de Farmacêuticos (ABF), em 20 de janeiro de 1916. Na época, era a maior instituição representativa da categoria, no País.

Mas afinal, quem é o profissional farmacêutico? Quais são suas responsabilidades e motivações? Entrevistamos a farmacêutica técnica responsável da Farma 22, a Dra. Sheyla dos Santos Silva (CRF/SP – 75.167), para entender melhor esta profissão com a qual tantos brasileiros tem contato diariamente!

Confira agora a entrevista:

Farma 22: Dra. Sheyla, sem entediar nosso leitor, explique para nós o papel técnico de um farmacêutico?

Dra. Sheyla: Resumindo, o farmacêutico cumpre todos os deveres exigidos pelos órgãos reguladores da saúde para que o estabelecimento farmácia tenha condições de funcionar.

Farma 22: E quais seriam estes deveres?

Dra. Sheyla: São diversos. A farmácia deve possuir o certificado de regularidade junto ao CRF (Certificado Regional de Farmácias), deve estar em dia com a ANVISA (Agencia Nacional de Vigilância Sanitária) para ter o direito de vender medicamentos, dermocosméticos, perfumaria, etc., e também estar em dia com a SIVISA (Sistema de Informação em Vigilância Sanitária). Isso no que se refere a documentos. Uma farmácia só pode operar caso tenha um farmacêutico presente durante todo seu período de funcionamento.  Além disso, é nossa responsabilidade garantir a higiene completa da farmácia, bem como dedetização em períodos regulares. E destinar de forma correta o descarte dos materiais cortantes e perfurantes utilizados.

Farma 22: Nossa, quanta responsabilidade um farmacêutico tem! Conta um pouco para nós sobre a necessidade de receita para vender alguns remédios?

Dra. Sheyla: Com certeza, há muita responsabilidade! Mas fazemos com prazer e carinho! Respondendo sua pergunta, o farmacêutico faz a gestão e controle da entrada e saída de remédios. Principalmente as classes de antibióticos e psicotrópicos.

Farma 22: O que são psicotrópicos, Dra.?

Dra. Sheyla: É o termo técnico utilizado para nos referirmos aos remédios que necessitam de retenção de receita. Além disso, apenas farmácias com farmacêuticos presentes e documentos em dia é que podem oferecer o programa Farmácia Popular! Este programa é aquele de coparticipação entre farmácia e Governo no qual o cliente/paciente tem direito a remédios com desconto e muitas vezes grátis!

Farma 22: Qualquer remédio?

Dra. Sheyla: Não, nem todos. Principalmente aqueles indicados para as doenças que mais afetam nossa população, como Doenças Cardiovasculares, Asma, Pressão Alta e Diabetes.

Farma 22: Muito bom! E as obrigações para com os clientes?

Dra. Sheyla: Com os clientes, amigos e pacientes nós oferecemos Assistência e Atenção Farmacêutica, bem como prestação de serviços. Explico melhor. Assistência Farmacêutica é uma espécie de consulta médica, só que na farmácia. Nós fazemos a anamnese, ou seja, identificação do paciente, queixa principal, histórico da doença atual, história familiar e pessoal, uso atual e passado de medicamentos. Assim, orientamos se o paciente necessita ou não de atendimento médico. Já a Atenção Farmacêutica é o famoso “bate papo no balcão”. O paciente chega com a receita médica e nós orientamos para que serve o medicamento e como tomar. Como prestação de serviços fazemos aferição de pressão e temperatura corporal, teste de glicemia (diabetes), perfuração do lóbulo, e aplicação de injetáveis.

Farma 22: Excelente Dra. Sheyla! Agora, deixe um pouco de lado o “formalismo” da sua profissão e conta para nós o que significa realmente no dia a dia ser uma farmacêutica?

Dra. Sheyla: Responder com coração, é isso? (Risos). Bom, para mim ser farmacêutica é doar tudo o que se tem: conhecimento, atenção, paciência e carinho. Infelizmente ainda há no Brasil pessoas que não possuem condições de ir a um médico ou psicólogo para se consultar. Eles escolhem então o farmacêutico para se consultar. Para mim, o médico é a figura do pai, e o farmacêutico a figura da mãe!

Farma 22: Adoramos sua comparação, temos o mesmo sentimento! Obrigado pelas suas respostas! E parabéns pelo seu dia!

 

 

 

Mulheres: cuidem-se! Higiene Íntima deve ser tão frequente quanto escovar os dentes!

A higiene íntima adequada deve ser um hábito tão normal no dia a dia quanto escovar os dentes. Elimina odores, além de prevenir infecções e proliferação de fungos, principalmente nas mulheres que possuem anatomia genital mais recolhida.

A vagina já possui uma barreira natural, a flora vaginal, promovida por bactérias grupo Lactobacillus casei. Estes microrganismos transformam a lactose e outros açúcares simples em ácido lático. O pH então torna-se ácido impedindo proliferação de fungos e bactérias. Mas isso não é suficiente sendo necessário a higiene íntima. Não realizar a higiene íntima ou realizar de forma inadequada pode acarretar em coceiras, irritação e corrimento da vulva.

O Dr. Paulo César Giraldo, professor titular de ginecologia da Unicamp explica que a higiene correta deve-se concentrar na região externa, a vulva, e não internamente (vagina). “Comparada aos pequenos e grandes lábios, essa região possui menor acúmulo de gordura, portanto não há necessidade de higienização mais intensa, já que a adiposidade presente é suficiente para manter a vagina umidificada e não favorece o acúmulo de sujeira. Além disso, essa região possui pH menos ácido (quanto mais ácido, maior o controle de bactérias e fungos) e o nível de acidez pode ser comprometido pelos jatos de água e por sabonetes alcalinos, eliminando a proteção natural e facilitando a proliferação de micro-organismos nocivos”.

“A recomendação é que a higiene deve ser feita três vezes ao dia, de preferência com água, sabonete especial e usando somente os dedos. Esponjas, cotonetes ou qualquer outro apetrecho devem ser descartados, pois podem raspar a vulva e provocar ferimentos. Os dedos oferecem maior mobilidade na hora da limpeza, o que é bastante importante para lavar o clitóris e retirar todo o esmegma, um resíduo branco formado pela combinação de células epiteliais, óleo e gordura genital. Na vulva, os movimentos devem ser leves e circulares. Depois, com os dedos na horizontal, a limpeza deve ser feita da vagina para o ânus, para que não haja contato do material retal com o genital”, explica Dr. César Fernandes, presidente da Sogesp (Associação de Obstetrícia e Ginecologia do Estado de São Paulo).

Outra observação vai para o tipo de sabonete escolhido. Dr. Giraldo ressalta que as mulheres devem optar pelas versões feitas especialmente para a higiene íntima feminina. Esses produtos possuem o pH necessário (em torno de 5 ou 6) para manter a região equilibrada e evitar a proliferação de fungos e bactérias. Também deve ser dada preferência aos sabonetes líquidos, visto que os em barra são mais alcalinos e facilitam a contaminação, pois a mesma superfície acaba sendo compartilhada por diversas pessoas.

A região dos seios também deve ser higienizada com água e sabão e ser cuidadosamente secada, especialmente abaixo dos seios evitando humidade nas “dobras”.

Mulheres: cuidem-se! O mercado oferece boas opções de sabonetes íntimos específicos. Desde adolescência a higiene deve ser praticada diariamente. Afinal, uma mulher bem cuidada e protegida está melhor preparada para o dia-a-dia!

Este artigo utilizou como referência o blog do Dr. Drauzio Varella, disponível em <http://drauziovarella.com.br/mulher-2/higiene-intima-da-mulher/>

Acesso em 29/06/2015

Cientistas dos Estados Unidos fazem descoberta inédita que pode ajudar na cura do Alzheimer

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Pesquisadores da Universidade da Virginia conseguiram mapear novas veias do cérebro humano que estão conectadas ao sistema imunológico, ou seja, o sistema de defesa do corpo humano. O estudo foi divulgado na revista Nature, uma das principais publicações do meio científico: “Eu não acreditava que ainda havia estruturas no corpo humano que ainda não eram conhecidas. Eu achava que o corpo era todo mapeado”, diz Jonathan Kipnis, um dos autores.

A descoberta dessas novas veias pode contribuir para as pesquisas relacionadas ao tratamento de doenças com componentes imunológicos, como o Alzheimer ou a esclerose múltipla. O estudo “irá mudar fundamentalmente a forma como as pessoas enxergam a relação do sistema nervoso central com o sistema imunológico”, explicou Kevin Lee, diretor do departamento de neurociência da universidade da Virginia.

O Alzheimer é uma doença problema degenerativo no cérebro que afeta a maneira como a pessoa pensa e realiza suas atividades diárias. Em todo o mundo, são 15 milhões de pacientes pessoas. A pressão arterial alta é considerada um dos principais fatores de risco, por isso é importante manter um controle constante através de equipamentos específicos. Essas medidas podem ajudar, e muito, na prevenção.

A ciência ainda não descobriu a cura do Alzheimer, por isso a medicina foca em tratamentos que melhorem a qualidade de vida dos pacientes. O cérebro, assim como qualquer outro músculo do corpo humano, não foi feito para ficar parado e exercícios que estimulem constantemente os circuitos neurais ajudam a melhorar a memória e a diminuir os impactos dessa doença degenerativa.

Reajuste de preços dos remédios pode chegar a 7,7% segundo governo

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Os laboratórios foram autorizados nesta terça-feira, 31/março/2015 a realizar ajuste de 5% até 7,7% sobre os preços dos medicamentos. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União.
A regulação é válida para um universo de mais de 9.000 medicamentos e os ajustes são autorizados em três níveis, conforme o perfil de concorrência dos produtos.

O nível 1, que tem o maior percentual de reajuste, inclui remédios como omeprazol (gastrite e úlcera); amoxicilina (antibiótico para infecções urinárias e respiratórias). No nível 2, cujo percentual é de 6,35%, estão, por exemplo, lidocaína (anestésico local) e nistatina (antifúngico). No nível 3, que tem o menor índice de aumento, 5%, ficarão mais caros medicamentos como ritalina (tratamento do déficit de atenção e hiperatividade) e stelara (psoríase).

A autorização para reajuste leva em consideração três faixas de medicamento, com mais ou menos participação no mercado farmacêutico. O reajuste segue a lógica de que nas categorias com mais ou menos remédios a concorrência é maior e, portanto, o reajuste autorizado pode ser maior.
O ajuste de preços considera a inflação acumulada em 12 meses até fevereiro, calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), e que ficou em 7,7%. Em 2014, o reajuste máximo autorizado foi de 5,68%.

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